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segunda-feira, 18 de maio de 2009

A direita vem aí, faminta

. segunda-feira, 18 de maio de 2009
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por Luiz Carlos Azenha

Ninguém é "de direita" no Brasil. Ninguém assume ser de direita. Mas ela existe, se esconde sob diversos disfarces e representa uma aliança entre grandes interesses econômicos internacionais e grandes interesses econômicos nacionais subordinados àqueles. O tal pacto de elites. Elas fazem concessões pontuais para preservar o essencial: o controle da terra, do subsolo e dos recursos naturais.

O presidente Lula não representou um rompimento com isso. Ele costurou alianças em direção ao centro para garantir a "governabilidade". Hoje o agronegócio manda na agricultura e no meio ambiente, os banqueiros controlam o Banco Central e os recursos naturais do Brasil estão entregues a interesses privados -- da Vale do Rio Doce aos parceiros estrangeiros da Petrobras.

Num quadro de escassez, expresso na crise econômica internacional, a disputa pelo controle dos recursos -- e de como gastá-los -- deve se acirrar em todo o mundo. No Brasil não é diferente. Essa disputa passa pelas eleições de 2010.

Lula, no poder, se comportou como um sindicalista pragmático. Preferiu os acordos de bastidores às ruas. Não trabalhou para estimular, organizar ou vitaminar movimentos políticos de sustentação às propostas de seu governo. Não trabalhou para aprofundar a democracia, isto é, para engajar politicamente os que ascenderam economicamente graças às políticas sociais de seu governo. O que explica a vitória de Gilberto Kassab em bolsões de classe média baixa em São Paulo: eleitores beneficiados por programas do governo federal, despolitizados, gravitaram para o candidato com o melhor marketing televisivo.

Já contei aqui sobre o comício final de Marta Suplicy, que teve a presença de Lula: um belíssimo cenário para gravar a propaganda mas nenhuma vibração popular. Vitória completa da forma sobre o conteúdo, do marketing sobre a política.

Agora, às vésperas de 2010, Lula costura de novo para o centro. O governador José Serra faz o mesmo. Serra limou Yeda Crucius de sua coalizão. A Veja já fez duas reportagens seguidas prevendo a hecatombe da tucana gaúcha. O PSDB já deve ter fechado acordo com José Fogaça, do PMDB, para apoiá-lo como candidato a governador em 2012, em troca de apoio no ano que vem.

Os aliados conservadores de Lula são José Sarney e Michel Temer, o que explica o furor midiático em relação à "farra das passagens". Se ambos fossem aliados de Serra o Congresso não estaria "em crise", nem mereceria tamanha cobertura do eixo midiático Veja-Globo-Folha.

A Folha Online anuncia um acordo entre Serra e o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, pelo qual este seria vice na chapa tucana. Com isso o governador paulista reduz ainda mais a margem de manobra de Lula no PMDB e deixa o presidente da República no colo do trio Sarney-Temer-Renan.

Os acordos acima citados reforçam a posição de Serra no Sul e no Sudeste. Mais ainda se considerarmos que a crise econômica internacional está longe de acabar, que teremos um crescimento interno reduzido este ano e apenas razoável em 2010.

Em entrevista à CartaCapital, Dilma Rousseff disse: "A eleição do Lula, do Evo, da Michelle, da Cristina, do Hugo Chávez, marcam um processo de democratização muito comprometido com os povos dos paises nos quais ocorre".

A diferença é que, no Brasil, o "processo de democratização" foi superficial, não-orgânico e, hoje, depende da sobrevivência política do símbolo dele, Lula. Diante do quadro que descrevi, fiquem de olho: devem aumentar os pedidos para um terceiro mandato ou para que o presidente saia de vice na chapa de Dilma Rousseff.

Quantos bilhões de dólares vale o pré-sal? Quantos bilhões de dólares valem os minérios no subsolo brasileiro? A direita, que nunca chegou a perder o controle da riqueza, vem aí faminta por privatizar cada centavo desses bens públicos, para tomar de volta mesmo as migalhas que Lula distribuiu.

retirado[Vi o mundo]

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Dilma vai processar a Folha

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Isso pode ser o começo do fim da Folha (*)

Isso pode ser o começo do fim da Folha (*)

. A leitura da Carta Capital que chega hoje às bancas tem uma entrevista de Cynara Menezes e Sergio Lírio com a ministra Dilma Rousseff: “A Ministra tranquila”.

. Sobre a fraude da Folha (*), que publicou a ficha policial falsa da Ministra com a intenção de associá-la a um sequestro que não houve, Dilma Rousseff diz:

“Não, não estou satisfeita (com a decisão da Folha (*) considerar o fato encerrado). Contratei laudo para comprovar se aquela ficha é falsa ou verdadeira. Vou enviar o resultado à direção da Folha (*) e ver o que fazem …”

“No calor dos acontecimentos, comportei-me de forma tranquila, mas hoje acho estarrecedor a atitude da Folha (*), o silêncio da Folha (*). Para mim, é absolutamente injustificado. Mas, se alguém supõe que a ditadura foi branda pode também não achar grave publicar uma ficha falsa.”

“Vou tomar as providências para que isso não se repita.”

. Ou seja, Dilma Rousseff vai processar a Folha (*).

. Tomara que feche a Folha (*);

. E São Paulo se sirva (?) de um único jornal legitimamente conservador, elitista, separatista e golpista, como o Estadão.

. Basta um.

. Esse processo de Dilma vai separar, desde já, os candidatos a Presidente em 2010.

. De um lado, Dilma Rousseff, de outro o governador de (e tudo para) São Paulo, o Zé Pedágio.

. A Dilma processa o jornal que diz que a ditadura foi branda.

. Do outro, Zé Pedágio, que a Folha (*), especialmente a seção “Painel”, o trata com especial deferência.

. A Folha publica até artigo de Zé Pedágio contra o racismo !!!

. E o pau comendo na Zona Leste !

. 2010 começa na Folha (*) !


Paulo Henrique Amorim

Em tempo: nesta mesma entrevista, Dilma fala da herança (**) que Fernando Henrique deixou a Lula: “A inflação estava acima de dois dígitos. Tínhamos apenas 30 bilhões de dólares em reservas, dos quais 14 eram do FMI. A dívida liquida representava 52% do PiB”. E ainda pagam US$ 50 mil para ouvir palestra dele …


(*) Folha – é o jornal que disse a “ditadura” foi “branda”, fraudou uma ficha policial falsa de Dilma Rousseff e, nos anos militares, emprestava os carros de reportagens aos torturadores.

(**) A mais trágica herança de Fernando Henrique Cardoso, o Farol de Alexandria, foi nomear Gilmar Dantas (***) para o Supremo.

(***) Veja e ouça como o renomado jornalista Ricardo Noblat se refere ao Supremo Presidente do Supremo

retirado[Paulo Henriqu Amorim]


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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Cabral, vice de Dilma?

. sexta-feira, 17 de abril de 2009
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Dilma: avaliação do presidente é de que aposta de seu principal adversário, José Serra, na crise econômica cairá no vazio com recuperação dos indicadores em 2010

No momento em que confirma a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sua sucessão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva procura um vice ideal para a candidata. A opção preferencial do presidente é compor chapa com um nome do PMDB. O mais cotado, neste momento, é o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira, mas, segundo assessores de Lula, outros nomes devem surgir adiante porque o interesse pelo cargo aumentará, com o possível crescimento de Dilma nas pesquisas de opinião.

O sonho do presidente, para vice de Dilma, é Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio de Janeiro. Cabral é jovem e aliado leal de Lula desde o início de seu mandato, em janeiro de 2007. Sua administração é bem avaliada no Palácio do Planalto, mas, sempre que cortejado para compor com Dilma em 2010, o governador diz que prefere buscar a reeleição. A avaliação corrente no Palácio do Planalto é que, até o fim do ano, isso pode mudar. No último Datafolha, de 25 de março, Cabral estava em nono lugar no quesito aprovação popular, perdendo apenas para a governadora Yeda Crusius (PSDB), do Rio Grande do Sul.

"Quando a ministra Dilma avançar nas pesquisas, o quadro para o Sérgio Cabral vai se alterar", diz um ministro próximo do presidente Lula que considera "imbatível" uma chapa Dilma-Cabral. Na última pesquisa CNT-Sensus, divulgada no fim de março, a ministra apareceu em segundo lugar, com 16,3% das intenções de voto, bem atrás dos 45,7% obtidos pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB).

O presidente está convencido, no entanto, de que a ministra Dilma crescerá e ganhará a disputa de 2010. Lula acredita que, se não houver outro candidato da base governista no pleito, Dilma pode vencer no primeiro turno. O otimismo se deve, em primeiro lugar, à fé do presidente na sua capacidade de transferir votos para o candidato de sua predileção. Há outras razões.

Amparado em informações e análises feitas pelas equipes do Ministério da Fazenda e do Banco Central, Lula aposta que a economia brasileira vai se recuperar ao longo deste ano e chegar ao segundo e ao terceiro trimestres de 2010, no momento crucial da campanha presidencial, em plena aceleração. O presidente acha também que, agora, a ministra Dilma está se comportando como candidata, o que, na sua avaliação, favorece a exposição e o aumento da popularidade. "Falta-lhe, ainda, cacoete de político, mas ela já está mais à vontade no figurino de candidato", comentou um ministro.

O presidente acredita que o nome mais forte da oposição neste momento - o governador José Serra - ficará sem discurso para enfrentar o candidato da situação. Serra tem procurado se diferenciar do governo Lula fazendo críticas fortes à política econômica do governo, especialmente, à ação do Banco Central. Com a esperada recuperação da economia, o presidente acha que esse discurso cairá no vazio. Lula não acredita que críticas às políticas sociais e à gestão de seu governo sejam capazes de fomentar um discurso vitorioso para a oposição.

Quando analisa em conversas reservadas os possíveis candidatos a vice de Dilma, o presidente fala de sua preferências. Além de Cabral, ele menciona o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), jovem como o governador fluminense e bem avaliado nas pesquisas. Lula tem grande afeição por Campos, que considera um administrador competente e um dos políticos mais talentosos de sua geração. O problema de Campos é que ele não é do PMDB, partido considerado fundamental pelo presidente para a governabilidade.

Lula insiste, nas conversas com interlocutores dos partidos que integram a sua base de apoio, que o governo tenha um candidato único no ano que vem. Apesar disso, ele não desaprova o movimento iniciado recentemente pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Na opinião do presidente, Ciro está fazendo o jogo certo, que é procurar se viabilizar como candidato, lançando-se em viagens pelo país, participando de debates, fazendo contatos, conversando com os partidos. Mas, no fundo, a crença de Lula é que não haverá espaço para Ciro em 2010 e que o candidato forte do governo será mesmo a ministra Dilma Rousseff.

http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/4/16/sergio-cabral-e-o-preferido-por-lula-para-vice-de-dilma

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Brasil é "potência" e "grande jogador mundial", diz Obama

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http://www.bahianoticias.com.br/fotos/editor/Image/lula-obama.jpg

SÃO PAULO (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que o Brasil "é uma potência econômica e grande jogador no cenário internacional" e que ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem ser "parceiros".

As declarações foram feitas em entrevista à rede de TV CNN en Español transmitida nesta quinta-feira.

Perguntado sobre o sentimento antiamericano em alguns países da América Latina, Obama respondeu que "os tempos mudaram" e destacou o papel exercido pelo Brasil no cenário internacional.

"Estamos no século 21 agora. Os tempos mudaram. Um país como o Brasil é uma potência econômica e grande jogador no cenário internacional", disse Obama.

O presidente norte-americano afirmou ainda que ele e Lula deveriam ser parceiros. "Minha relação com o presidente Lula é a de dois líderes que têm grandes países, que estão tentando resolver os problemas e criar oportunidades para nossos povos, e devemos ser parceiros."

Obama concedeu a entrevista antes de sua primeira visita oficial à América Latina. O presidente norte-americano desembarcou no México nesta quinta-feira e participa da Cúpula das Américas, em Trinidad e Tobago, que começa na sexta-feira. (Reportagem de Hugo Bachega)

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