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terça-feira, 7 de outubro de 2008

NEM OS ANÔNIMOS ESCAPAM DA GLOBO

. terça-feira, 7 de outubro de 2008


NEM OS ANÔNIMOS ESCAPAM DA GLOBO
por Roméro da Costa Machado, escritor.

Enganam-se os que pensam que a Globo destila seu ódio e sua fúria de baba raivosa destrutiva somente contra pessoas e entidades conhecidas e notórias. Não são somente as pessoas como Leonel Brizola (Governador), Mário Garnero (NEC/Brasilinvest) ou Ibrahim Abi Ackel (Ministro) que experimentam perseguições pessoais movidas pela sanha tresloucada da "Messalina Platinada" do jornalismo nacional.

Pessoas absolutamente comuns, dessas que jamais tiveram qualquer tipo de notoriedade, mesmo sendo "anônimos venezianos" não estão livres da sanha destruidora de reputações da "Messalina Platinada", como por exemplo a família Shimada, proprietária de uma escolinha de bairro, na cidade de São Paulo.

O senhor e a senhora Shimada, pessoas absolutamente comuns, tinham uma escolinha de bairro (Escola de Base) e de repente foram parar no noticiário policial por conta de uma falsa denúncia de pais de um aluno que entendendo que uma assadura nas nádegas de seu filho teria sido em decorrência de abuso sexual ocorrido na Escola de Base.

Um repórter da Globo, cobrindo o fato na delegacia, levou a matéria - sem apuração, que é a regra número um do jornalismo - para o noticiário da televisão local (São Paulo) e irresponsavelmente promoveu o caso como fato consumado e comprovado, dando ao caso grande destaque e notoriedade. E a redação da Globo no Rio, achando a matéria sensacionalista o suficiente para um grande destaque a nível nacional (ainda sem qualquer apuração) lançou a matéria como notícia verdadeira no Jornal Nacional (esse mesmo Jornal Nacional que está comemorando 35 anos de calhordice).

No dia seguinte, na delegacia, diante do julgamento nacional - na verdade um linchamento sem qualquer direito de defesa - com a verdade fabricada pela Globo no Jornal Nacional, o casal Shimada foi arrastado até a delegacia, espancado, torturado, e procuraram arrancar do casal - literalmente - a "verdade" ainda que à força, pois a "verdade" da Globo é tida por imbecis como absoluta e por isso tinha que ser confirmada a qualquer custo.

Diante da negativa do casal, mesmo com espancamentos e tortura, a Globo tratou de alicerçar a sua "verdade", adicionando, por conta própria, novos elementos à sua "denúncia", entrevistando pessoas que não viram e não assistiram a nada, estimulando e direcionando entrevistas maldosamente editadas de modo a dar a entender ao espectador que o Sr.Shimada era um tarado sexual, viciado em pedofilia e que a Sra. Shimada era pior ainda porque apoiava e acobertava essa terrível tara do marido.

Entretanto, em curtíssimo espaço de tempo, a verdade veio à tona. O menino havia tomado grande quantidade de medicamento e em razão disso vinha tendo fortes e seguidas diarréias. Razão pela qual estava "assado", todo irritado e inflamado onde se supunha ter havido abuso sexual.

De imediato, diante da verdade apresentada, confirmada pelo próprio menino e por seus pais, a imprensa local desmentiu a matéria mentirosa da Globo. Mas, e a Globo? O que fazer após quase uma semana inteira apresentando a sua verdade no Jornal Nacional, com o casal Shimada já "julgado" (mesmo sem provas) como um casal de tarados, pedófilos?

A Globo, essa grande "Messalina Prateada" do jornalismo brasileiro, ao invés de desculpas, ao invés de se retratar com grandeza e contar a verdade, não só manteve sua aura de santo de prostíbulo, como agravou ainda mais a falsa denúncia até destruir completamente a família Shimada, acabando inclusive com a sua única fonte de renda que era a Escola de Base.

Este assunto torturou por muitos e muitos anos o Diretor de Jornalismo da Globo, até que tempos depois - já fora da Globo - ele veio a público e admitiu o grande crime e a grande covardia da Globo no caso da Escola de Base. E, apurando a seqüência dos acontecimentos, eu e o Repórter Saulo Gomes, fomos encontrar a Sra. Shimada com seqüelas terríveis e irrecuperáveis, em estado lastimável de saúde, e seu marido, o Sr. Shimada, trabalhando na praça da Sé, num cubículo, vivendo de tirar xerox, com a vida totalmente destruída. E pior... mesmo tendo vencido na justiça, a família Shimada jamais conseguiu executar a sentença e recuperar, ainda que tardiamente, o que restou de sua vida destruída. (Esse é somente um dos trocentos casos de covardia e perseguição feito pela "Messalina Platinada" do jornalismo nacional). isso é só um pouco

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